N. S. Perpétuo Socorro

17 de Junho 2014

Leitura: 1 Rs 21, 17-29

Evangelho: Mt 5, 43-48

 

O amor que Deus nos desafia é mais que um laço de simpatia ou familiar. O amor é decisão de fazer bem ao outro independente de receber o mesmo de volta. Onde há reciprocidade do amor tudo é fácil. Mas a verdade do nosso amor e sua sinceridade se mostra quando o outro não há retribuição. Assim como Deus ama os bons e os maus e alimenta sua vida com o sol brilhando e a chuva caindo, assim somos chamados a amar a cada um que se torna nosso próximo.

16 de Junho 2014

Leitura: 1 Rs 21, 1-16

Evangelho: Mt 5, 38-42

 

Cobiça – a palavra chave neste dia. Por cobiça o rei Acab mata o Nabot para possuir a vinha dele. Tudo que vemos e ouvimos provoca nossas reações. Muitas vezes somos tentados a quer possuir e ter, mas também reações de medo e de nos defender ou simplesmente de ignorar. No sermão da montanha Jesus nos desafia a vencer estas reações impulsivas e responder a vida e todas as situações se doando. Este se doar está baseado na confiança no amor de Deus. ELE está ao nosso lado.

15 de Junho 2014 – Solenidade da Santíssima Trindade

1ª Leitura: Ex 34, 4-6.8-9

2ª Leitura: 2 Cor 13, 11-13

Evangelho: Jo 3, 16-18

 

Deus consiste na comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. O ser humano criado a imagem de Deus está desafiado a realizar comunhão nas suas vivências. Os textos deste domingo nos falam do amor de Deus pelo mundo e de sua misericórdia. O apóstolo Paulo nos chama a cultivar este amor cultivando entre nós concórdia e relações de paz. Este dia nos convida a recuperar o nosso estado de ser imagem de Deus neste mundo.

14 de Junho 2014

Leitura: 1 Rs 19, 19-21

Evangelho: Mt 5, 33-37

 

Vosso ´sim´ seja um sim, e vosso ´não´ um não! – Somos chamados a responder com sinceridade e serenidade aos chamados da vida e a nossa vocação. Vivemos hoje uma inflação de palavras faladas e escritas – e a maior parte perde a validade no momento em que fica pronunciada. Fazermos valer hoje as nossas palavras.

13 de Junho 2014 – Santo Antônio de Pádua

Leitura: 1 Rs 19, 9.11-16

Evangelho: Mt 5, 27-32

 

Encontrar com Deus – projeto da nossa vida para alcançar paz e felicidade. A história bíblica nos fala que este Deus se manifesta conforme das circunstâncias que vivemos. Enquanto Elias tem que sair das agitações do seu dia a dia – ele estava numa briga continua com o rei de Israel cobrando justiça – para encontrar Deus no silêncio de uma brisa de vento, chama Jesus seus discípulos a se virar para o dia a dia e mudar as práticas vivenciais: voltar a ser fiel nas relações no dia a dia, valorizar a família e cultivar de novo comunhão de bondade. O que será o desafio dos nossos dias? Onde encontramos Deus hoje? – Num mundo muito agitado precisamos talvez de tudo um pouco: buscar momentos de silencio e também renovar nos nossos compromissos sociais para com o nosso próximo, de modo especial nas famílias. Assim ELE vai se manifestar também para nós hoje.

12 de Junho 2014

Leitura: 1 Rs 18, 41-46

Evangelho: Mt 5, 20-26

 

Jesus nos desafia com as suas palavras na montanha. “Se tu percebes que um outro tem algo contra ti, não leva teu sacrifício, mas vai te reconciliar!” – Não é a questão se eu tenho algo contra um outro. Este momento me chama automaticamente para procurar a resolver a situação e realizar reconciliação. A questão é o outro que se queixa de mim. Precisamos mais sensibilidade para vivermos reconciliados e em comunhão verdadeira.

11 de Junho 2014 – São Barnabé, apóstolo

Leitura: At 11, 21-26; 13, 1-3

Evangelho: Mt 10, 7-13

 

O circulo dos 12 apóstolos se aumenta com o crescimento de novas comunidades. Assim Barnabé fica considerado também apóstolo. Enviado para visitar uma nova comunidade e está percebendo a graça de Deus se manifestando. Para ele não importa mais se trata-se de Judeus ou pagãos. Deus está presente e Barnabé colabora com a graça de Deus. Este dia nos questiona: O que enxergamos normal? O bem ou o mal? Como agimos? Gratuitamente ou em busca de recompensa? A graça de Deus nos chama a nos doar e viver de graça a favor do nosso próximo.

09 de Junho 2014 – Beato José de Anchieta

Leitura: 1 Rs 17, 1-6

Evangelho: Mt 5, 1-12

 

Elias se torna adversário dos Reis de Israel e Juda porque insiste em justiça e paz para o povo. Ele anuncia o mesmo que Jesus fala segundo do evagelista Mateus. Jesus parabeniza aqueles que procuram paz e justiça, Elias promete dificuldades para aqueles que não querem se converter e promover o projeto de Deus. - Como cristãos precisamos sempre de novo decidir sobre o nosso caminho e sobre aquilo que será nossa prática. Justiça e paz ou poder e lutas? Isto é a pergunta para cada dia que vivemos. “Bem aventurados que tem fome e sede de justiça porque serão saciados!”

10 de Junho 2014

Leitura: 1 Rs 17, 7-16

Evangelho: Mt 5, 13-16

 

O maior medo que nos acompanha é “não ter” ou “não ser reconhecido”. Os textos de hoje nos falam, que Deus dá em abundância àqueles que arriscam partilhar como a viúva em Sarepta com o profeta Elias e que se envolvam no dia a dia como o sal que se dissolve na comida. “Não tenhais medo! A paz esteja com vocês!” São as palavras do Ressuscitado para nós hoje. Não precisamo-nos entregar aos nossos medos, mas com confiança podemos viver no meio do nosso mundo sem perder nada.

08 de Junho 2014 – Solenidade de Pentecostes

1ª Leitura: At 2, 1-11

2ª Leitura: 1 Cor 12, 3-7.12-13

Evangelho: Jo 20, 19-23

Recebei o Espírito Santo!” – Jesus nos desafia a decidir nosso espírito e assim a direção da nossa vida. O Espírito de Jesus nos leva a viver em comunidade e unidos. As diversidades não separam mais mas enriquecem a nossa vida. O fruto desta vida nova é a paz e prática do perdão e da misericórdia.

 

08 de Junho 2014 – Solenidade de Pentecostes – Vigília

1ª Leitura: Gn 11, 1-9

2ª Leitura: Rm 8,22-27

Evangelho: Jo 7, 37-39

A antiga narrativa da torre de Babel nos fala que o nosso espírito decide sobre a nossa vida. Segundo da nossa decisão vamo-nos entender e falar uma linguagem só ou nos separar por falta de compreensão. Pentecostes não é uma capacitação externa que resolve as dificuldades humanas, mas sim um desafio a viver em união e comunhão.