Pão para a vida

Padre Miguel faz reflexões diárias a partir da leitura da Palavra de Deus.

Breve histórico:

Nome completo: Michael Rohde, Missionário do Sangue de Cristo -CPPS
Nascido na Alemanha parte ocidental, na região Norte, interior de uma vila pequena localizada no meio entre Frankfurt e Hannover.
Entrou no seminário 1985, foi ordenado diácono 1992 e trabalhou um ano e meio numa paróquia na Baviera perto da fronteira com Áustria, 50 km distante de Salzburgo onde eu estudou.

Em1993 foi sua ordenação sacerdotal. Por dois anos trabalhou como vigário numa paróquia perto do Lago de Constância na fronteira com Suíça. De 1995 a 2000 trabalhou como formador e professor no Colégio da congregação na região de sua origem (5 km distante da casa de seus pais). Era o local onde passou seu tempo escolar. Tinha que cuidar dos jovens que ficavam internados e voltavam para suas famílias só no final da semana. Em 2000 fecharam esta parte do internato do colégio e assim ficou livre para vir para o Brasil. No ano 2000 cursou de língua Portuguesa no CENFI em Brasília. 2001 e 2002 trabalhou como vigário no Perpétuo Socorro e na Catedral na cidade de Altamira. 2002 até 20012 reitor do seminário de sua Congregação em Ananindeua. Desde então, voltou a trabalhar como pároco do Perpétuo Socorro em Altamira.

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23 de Maio 2014

Leitura: At 15, 22-31

Evangelho: Jo 15, 12-17

 

O novo e único mandamento de Jesus: “Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado!” – As primeiras comunidades da Igreja praticam este amor se estimulando mutuamente e se animando a viver em comunhão seguindo o caminho de Jesus. Não importa a tradição em que uma comunidade está situada. Importante é que se pratica o amor e se testemunha o Cristo Jesus.

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22 de Maio 2014

Leitura: At 15, 7-21

Evangelho: Jo 15, 9-11

 

Na procura de soluções para conflitos entre culturas e maneiras de viver e se relacionar com Deus a Igreja Primitiva conseguiu fazer um passo para frente. Não é para impor regras e leis para ninguém. A única meta da vida cristã é a não escandalizar a ninguém. Os Apóstolos aprovam a diversidade de estilos de vida e não colocam mais regras e pesos para os cristãos não judeus. Aqui encontramos o desafio para a reforma da Igreja dos nossos dias que Papa Francisco pediu. Somos libertados em Cristo e chamados a realizar o bem a favor do nosso próximo e melhorar a vida dos outros onde possível.

 

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21 de Maio 2014

Leitura: At 15, 1-6

Evangelho: Jo 15, 1-8
 

Confusões fazem parte da vida das nossas comunidades. Para as primeiras comunidades a questão era se será necessário ou não passar pelos ritos da iniciação dos Judeus. Hoje discutimos sobre práticas de oração, sobre gestos e sobre as nossas diversidades. O evangelista João dirige o nosso olhar em direção a Jesus. Temos que aprender dele. Ele quer despertar a nossa fé como o mais importante para viver em comunhão. “Para que todos sejam um!” Devemos respeitar as diversidades e cultivar como base da união a nossa fé no Deus da vida.

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20 de Maio 2014

Leitura: At 14, 19-28

Evangelho: Jo 14, 27-31
 

Acompanhamos nestes dias a Igreja Primitiva no seu processo de crescimento e de se estruturar. Saindo do Judaísmo as comunidades precisam lideranças. Paulo e Barnabé colocam presbíteros na frente das comunidades. Presbíteros – pessoas maduras na idade e com experiência de vida, pessoas sábias. As nossas comunidades atuais passam uma crise de falta de lideres. Todos nós somos chamados a colocar a nossa experiência de vida e a nossa sabedoria a disposição da nossa Igreja local. Isto é a vocação que todos nós recebemos. Cuidamos para que a nossa Igreja possa continuar e crescer.

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19 de Maio 2014

Leitura: At 14, 5-18

Evangelho: Jo 14, 21-26

Onde há fé a vida se levanta! Quem acredita se torna capaz de enfrentar os desafios do nosso dia a dia. Assim o paralítico encontrando com Paulo se levanta. O evangelho confirma isto. Que guarda a palavra da vida, que deixa Deus está presente na sua vida vai experimentar a força vital desta palavra.

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18 de Maio 2014 – 5º Domingo da Páscoa

1ª Leitura: At 6, 1-7

2ª Leitura: 1 Pd 2, 4-9

Evangelho: Jo 14, 1-12

A Igreja Primitiva está cuidando da comunhão. Ninguém deve se sentir abandonado ou passar fome. Mas, se mostram também os limites humanos. Cristãos judeus e cristãos gregos não se entendem. Os judeus rejeitam os gregos como pagãos. – Desunião, rejeição e brigas marcam também hoje a nossa Igreja! Os textos bíblicos nos chamam hoje para vencer tudo que nos está separando. Deus nos chama a santidade, a uma vida de amor e do sim diante o próximo. ELE tem espaço para todos

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17 de Maio 2014

Leitura: At 13, 44-52

Evangelho: Jo 14, 7-14

Jesus é a imagem original de Deus Pai e assim o original do ser humano criado. O nosso caminho é redescobrir esta imagem de Deus em cada uma das pessoas por nossa volta e a fazer o que Jesus nos mostrou. Somos chamados a recriar o nosso mundo que está se perdendo em negócios e ganância. Somos seres religiosos – seres re-ligados com Deus e chegamos a um vida completa só quando vivenciamos esta relação com o criador.

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15 de Maio 2014

Leitura: At 13, 13-25

Evangelho: Jo 13, 16-20

 

O anuncio do apóstolo Paulo indica o significado de Jesus Cristo a partir da história do Antigo Testamento. É Jesus que quer orientar-nos para nossa vida hoje. Ele nos chama a fazer o mesmo que ele fez: lavar os pés do outro, servir para que o outro esteja bem. O segredo de uma vida feliz consista nisso.

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16 de Maio 2014

Leitura: At 13, 26-33

Evangelho: Jo 14, 1-6

Jesus Cristo anuncia seu projeto de vida assim: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância.!” Ele mesmo se mostra como caminho, verdade e vida: caminho que leva a comunhão com o próximo; verdade na sua forma sincera de viver e na simplicidade de se comunicar; vida que se mostra tão cheio de carinho e amor que nem a morte conseguiu apagar ela. Somos convidados hoje a seguir às pegadas de Jesus para chegar mais perto da plenitude no nosso viver.

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14 de Maio 2014 – Festa do Apostolo Matias

Leitura: At 1, 15-17.20-26

Evangelho: Jo 15, 9-17

O Concílio Vaticano II descreveu a Igreja como sacramento de Deus para o mundo, como um sinal divino para todos. Depois da morte e ressurreição de Jesus e da morte de Judas os apóstolos completam o número do circo dos apóstolos para voltar a um grupo de doze, o símbolo do novo povo da aliança. Eles respondem a uma necessidade neste tempo. Como Igreja somos hoje questionados o que devemos fazer para sermos hoje de novo um sacramento, um sinal para o nosso tempo. O critério para os apóstolos era: “Precisamos alguém que sempre estava com Jesus!” – Isto pode servir para nós hoje também. Seremos Igreja autêntica e sinal para o mundo quando estamos com Jesus, quando procuramos uma vida dentro do evangelho.